sexta, 27 de abril de 2018 - 11:28h
Secretaria de Saúde fará estudo sobre demandas dos servidores
Constante diálogo entre a gestão e as categorias da saúde tem trazido muitos benefícios e avanços para os servidores.
Por: Claudia Cavalcanti

Na quarta-feira, 25, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) fortaleceu o diálogo que mantém com os profissionais e prestadores de serviço da saúde. Na ocasião, recebeu uma comissão de representantes dos enfermeiros e técnicos em enfermagem do Hospital da Mulher Mãe Luzia (HMML), para tratar de demandas das categorias.
Dentre as pautas, a classificação do Centro de Parto Normal (CPN) como porta de entrada do hospital, o que foi aceito pela Sesa, por entender que a grande demanda de atendimentos que o setor recebe, se assemelha a um serviço de porta de entrada da Rede de Urgência e Emergência Materno-infantil para que recebam os cuidados iniciais nessa fase. O CNP chega a receber em média 29 gestantes por dia.
O grupo ainda apresentou demandas que envolvem o orçamentário e financeiro da secretaria. A orientação da secretária adjunta de Atenção à Saúde, Hely Costa, foi para que encaminhassem oficialmente as solicitações. "Dessa forma, a Sesa vai acionar as Secretarias da Administração (Sead) e do Planejamento (Seplan) para a realização de um levantamento e dimensionar o impacto das demandas na folha de pagamento", ressaltou a gestora.
Quando o estudo for finalizado, o diálogo com os técnicos e enfermeiros será retomado. Hely Costa ainda destacou que o constante diálogo entre a gestão e as categorias da saúde tem trazido muitos benefícios e avanços para os servidores.
“Nós estamos sempre de portas abertas para dialogar e receber as categorias da saúde. Temos a mesa de diálogo do SUS e o que não conseguimos resolver aqui, encaminhamos para a Agenda do Servidor”, explicou Hely.
Valorização
Apenas neste ano, o governador Waldez Góes sancionou vários projetos de valorização dos servidores como o aumento de 100% nos valores atualmente pagos nos plantões da enfermagem e da equipe multiprofissional. Os plantões passaram a valer R$ 200 e R$ 300, para profissionais dos níveis médio e superior, respectivamente.
A sanção da parcela indenizatória, denominada auxílio-jaleco, para os servidores que atuam no atendimento, fiscalização e análises clínicas da saúde, onde há o contato direto com pacientes, também foi outra conquista para os servidores da saúde. A lei beneficia muitos profissionais com o pagamento do auxílio no valor de R$ 1 mil, por ano, pago em duas parcelas.
Além da lei que inclui os cargos de Auxiliar Operacional de Serviços Diversos (AOSD) no Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) dos profissionais da saúde do Estado, fazendo justiça a esses servidores.
A iniciativa foi tomada pelo governo, após negociações realizadas na Agenda do Servidor, a fim de corrigir um erro histórico que excluía os cargos de AOSDC do grupo da saúde estabelecido pela Lei 1.059/2006

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